Natureza e analogia em Álvares de Azevedo

Alexandre de Melo Andrade

Resumo


Na poesia romântica, o poeta transcende a Natureza física, pois estabelece com ela um entendimento interno; sob esse ponto de vista, a Natureza romântica é reveladora, pois exprime a experiência subjetiva do sujeito lírico e contribui para o alcance de uma consciência demiúrgica. Essa poesia repleta de analogias será o ponto de partida para a abordagem de um universo onde cada elemento natural seja visto como metáfora de outra realidade superior, intuível pelo projeto poético. Álvares de Azevedo, em Lira dos vinte anos, desenvolve tal intuição panteística, especialmente na Primeira e na Terceira parte. A intenção deste artigo é entender a poética da natureza no jovem autor, de modo que possamos dialogar com a experiência transcendente do sujeito romântico e com os pressupostos da filosofia romântica disseminados a partir do Pré-Romantismo alemão.

Palavras-chave


Álvares de Azevedo; Analogia; Natureza; Poesia; Romantismo;

Texto completo:

PDF


Indexada por: /Indexed by: 

Web of Science (Thomson Reuters)
Emerging Sources Citation Index (Thomson Reuters)
LLBA – Linguistic and Language Behavior Abstracts (Ulrichsweb: https://ulrichsweb.serialssolutions.com)
MLA – International Bibliography (Modern Language Associantion/ EBSCOhost, ProQuest)
OCLC – WorldCat - Clase and Periodica
Academic Search Alumni Edition (EBSCOhost)
Academic Seach Elite (EBSCOhost)
Fuente Academica Plus (EBSCOhost)
Dietrich’s Index Philosophicus (De Gruyter Saur)
IBZ – Internationale Bibliographie der Geistes und Sozialwissenschaftlichen Zeitschriftenliterature (De Gruyter Saur)
Internationale Bibliographie der Rezensionen Geistes und Sozialwissenschaftlicher Literatur (De Gruyter Saur)
GeoDados

ISSN: 0103-815x

Licença Creative Commons
ITINERÁRIOS - Revista de Literatura is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Proibição de realização de Obras Derivadas 3.0 Unported License.