A fuga das donzelas: um exercício de morfologia comparada

Rodrigo Cerqueira

Resumo


Este artigo se pretende um exercício de morfologia comparada. Ao estudar um elemento importante do enredo de três peças de meados do século XIX brasileiro – a fuga –, busca-se demonstrar como suas variações dão conta de explicitar as soluções simbólicas encontradas pela forma literária para lidar com contradições reais da sociedade brasileira do período. Assim, pode-se dizer, grosso modo, que as feições liberalizantes do seu uso em Martins Pena, quando aparece como uma possibilidade de afirmação individual frente à ingerência externa, são progressivamente alteradas em Joaquim Manuel de Macedo e José de Alencar, na esteira da consolidação de uma hegemonia conservadora a partir da década de 1850.


Palavras-chave


Teatro brasileiro; Martins Pena; Joaquim Manuel de Macedo; José de Alencar; Morfologia;

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